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O Coletivo

14
Ago19

A greve dos motoristas e as férias do PSD

A woman in politics

Se há algo que a greve dos motoristas mostra, e é consensual, é que nas férias de Rio ninguém toca.

Como Rio disse em tempos, julgo que a propósito da confusão com os professores, ele só fala quando quer e não quando os outros querem.

Ainda apareceu no Twitter a dizer uma coisas confusas que sugeriam um acordo entre o Governo e os sindicatos para o adiamento da greve. Como se a greve não tivesse sido marcada pelo sindicato com o propósito de ganhar algo com a aproximação às eleições. Não sei em que mundo vive...

Que os portugueses não tenham a infelicidade de ser afetados por alguma tragédia no mês de agosto enquanto governados por Rui Rio. Se assim fosse, era ir para o Santuário de Fátima e esperar pelo melhor.

Mas penso que estamos de acordo, é uma preocupação em vão...

10
Abr19

Habemus um novo partido político

A woman in politics

Foi hoje avançado pela imprensa e já confirmado por André Ventura (nas suas redes sociais) a aceitação por parte do Tribunal Constitucional do novo partido político "Chega". Passam, assim, a existir 24 partidos políticos legalizados em Portugal.

 

No entanto, ainda não se sabe se o Partido Chega irá concorrer às eleições Europeias, porque quase, de forma simultânea, o Tribunal Constitucional rejeitara a coligação “Europa Chega”, que juntava o movimento Chega (que ainda não era partido), o Partido Popular Monárquico e o Partido Cidadania e Democracia Cristã. O Partido Chega podia concorrer (após a aceitação sair em DR), mas como o prazo para a entrega da lista de candidatos às Europeias termina na próxima semana, seria uma corrida em contra-relógio.

 

Tic tac...

 

28
Fev19

O Governo e as relações familiares

A woman in politics

Ainda a propósito do tema quente sobre as nomeações do Governo que envolvem familiares, recomendo a leitura de um artigo de opinião do Luís Aguiar-Conraria para o Público. Eis um trecho:

 

“Desde o início, chocou-me que neste Governo se tivesse marido e mulher como ministros e uma secretária de Estado filha de um outro ministro. Com a promoção de Mariana Vieira da Silva a ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, a polémica estalou. Qual é o problema? Esta foi a pergunta que tantos fizeram perante as críticas. A resposta é simples: nomear governantes unidos por laços familiares facilita acusações de nepotismo, gera compadrio, cria um manancial de conflitos de interesses e facilita a corrupção.”

 

Podem continuar a ler aqui.

Da minha parte, nada a acrescentar.