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O Coletivo

01
Dez18

O PSD, a ética e as trapalhadas

A woman in politics

Dizia Silvano ao DN que Rui Rio não fazia milagres [a propósito das sondagens pouco animadoras do PSD], reforçando a mensagem de que o líder era uma pessoa eticamente intocável, pois com os tumultos que existiam dentro do partido, se houvesse algo cabeludo já se saberia.

Uma análise um pouco arriscada, como se comprova agora...

O Expresso avança com a notícia que já se sabe há algum tempo, mas que só esta semana começou a sair. Talvez estivessem à espera do timing certo, digo eu.

Ao que foi transmitido, existem alegadamente indícios de que Rui Rio esteve envolvido numa trapalhada que implica a escarpa da Arrábida e terrenos do Parque da Cidade, aquando da sua passagem pela Câmara Municipal do Porto.

Rio sacode a água do capote e atira que essas questões devem “ser colocadas junto dos vereadores que tiveram responsabilidade na área do urbanismo, já que enquanto presidente da Câmara nunca interferia na gestão corrente dos dossiês que não estivessem sob a sua direta responsabilidade”.

Como podem ver, esta “questiúncula” não foi negada pelo líder do PSD.

Para além de poder criar mais uma mancha na ética dos laranjas, sabem o que é mais caricato no meio disto tudo?

A Comissão Eventual de Inquérito que analisa a legalidade da construção na escarpa da Arrábida foi inicialmente sugerida pelo PSD com o intuito de atacar Rui Moreira com o caso Selminho. Acontece que, entretanto, o foco principal das investigações alterou-se...

E já agora também pergunto, quem é que Rio apoiou na autárquicas de 2013?

Pois. Só me ocorre: “Karma is a bitch”

 

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