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O Coletivo

05
Mar19

A morte saiu à rua num dia assim

Francisco Chaveiro Reis

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Estamos fartos de saber que a imortalidade na vida real já não se usa mas não deixa de ser duro ver cair as figuras que idolatrávamos. Ontem a senhora de negro levou mais dois ícones dos anos 90 ainda teriam muito para viver. Primeiro soubemos que o punk Keith Flint, bailarino transformado em vocalista e figura de proa dos Prodigy, tirara a própria vida, sem sequer chegar aos 50 anos. Nunca fui o maior fã da banda mas os sons de Firestarter, Breathe e Smack my Bitch Up são imortais tal como a voz, look e penteado desafiador da gravidade de Keith o pareciam ser. Mais tarde soubemos que Luke Perry, eterno galã juvenil de Beverlly Hills, tinha sucumbido a um AVC. Nunca fui o maior fã do ator nem da série mas a verdade é que um e outro marcaram uma era e serviram de inspiração à maior parte das tramas juvenis dos anos que se seguiram. Estamos a ficar velhos.

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